Ao se pensar a “Justiça Ecológica”, somos convocados a confrontar a lógica do desenvolvimento hegemônico. Não é possível construir uma justiça verdadeiramente plural, que respeite as mais diversas formas de se relacionar, entre humanos e não-humanos, sem reconhecer que são as comunidades que definem seus modos de existir. Ao se pensar no território de Piquiá, na cidade de Açailândia, Maranhão, Amazônia, as pessoas chegaram e viram a floresta e o rio como a verdadeira riqueza.